Provérbios de Novembro

 

Aqui encontra vários Provérbios de Novembro. Estes provérbios típicos e regionais podem ser utilizados na sala de aula para falar sobre as estações do ano, a agricultura específica do mês de Novembro, datas especiais como o Magusto e as suas típicas castanhas.

Provérbios de Novembro

Em Novembro, prova o vinho e planta o cebolinho.
Novembro à porta, geada na horta.
Em Novembro chuva, frio e sol e deixa o resto.
Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Novembro é quente no começo e frio no fim.
Novembro pelos Santos, neve nos campos.
Em Novembro põe tudo a secar que pode o sol não voltar.
Tudo em Novembro guardado; em casa ou arrecadado.
Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um.
Cava fundo em Novembro, para plantares em Janeiro.
Dia de São Martinho, fura o teu pipinho.
Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal.
Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho.
Se queres pasmar teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
Se em Novembro ouvires o trovão, o ano que vem será bom.
No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho.
No dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
No dia de São Martinho, pão, sardinhas, castanhas e vinho.
Pelo São Martinho, abatoca o teu vinho.
Pelo São Martinho, mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
Pelo São Martinho, nem favas, nem vinho.
Pelo São Martinho, todo o mosto é bom vinho.
Pelo São Martinho deixa a água p’ró moinho.
Em dia de São Martinho semeia os teus alhos e prova o teu vinho.
– Em dia de São Martinho vai à adega, prova o vinho e faz o teu magustinho.
Dos Santos ao Natal, Inverno natural.
De Santa Catarina ao Natal, mês igual.
De Todos-os-Santos ao Natal, perde a padeira o capital.
De Todos-os-Santos até ao Natal, perde a padeira o cabedal.
De Todos os Santos ao Advento, nem muita chuva nem muito vento.
De Todos os Santos ao Natal, bom é chover e melhor nevar.
Dos Santos ao Natal, perde o marinheiro o cabedal.
Outubro lavrar, Novembro semear, Dezembro nascer.
Outubro, Novembro e Dezembro, não busques o pão no mar, mas torna ao teu celeiro e abre teu mealheiro.
Outubro, Novembro e Dezembro, não busques o pão no mar.