Provérbios de Abril

Provérbios de Abril são uma ferramenta que pode ser usada para trabalhar a expressão plástica ou a expressão corporal. Por exemplo pode dividir em grupos de 2 ou 4 crianças para que representem por gestos e em sequência um provérbio ou então que representem através do desenho.

Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril águas mil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.
Em Abril, um pão e um merendil.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Não há mês mais irritado do que Abril zangado.
No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
Guarda pão para Maio e lenha para Abril.
O que Abril deixa nado, deixa-o espigado.
Por Abril corta um cardo, nascerão mil.
A ti, chova todo o ano, e a mim, Abril e Maio.
A aveia até Abril, está a dormir.
Abril frio: pão e vinho.
A água de Abril é água de cuco, molha quem está enxuto.
Uma água de Maio e três de Abril, valem por mil.
Em Abril, abre a porta à vaca e deixa-a ir.
Vinha que rebenta em Abril, pouco vinho dá para o barril.
Abril leva as peles a curtir.
A geada de Março tira o pão do baraço e a de Abril nem ao baraço o deixa ir.
Abril molhado, sete vezes trovejado.
Abril, ora chora ora ri.
As manhãs de Abril são boas de dormir.
Em Abril a natureza ri.
Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.